quarta-feira, 20 de abril de 2011

Caminhando com Jesus Cristo...


Em meio à um tempo tão especial; quarenta dias no deserto e vivenciando a Semana Santa, tenho calado meu coração para ouvir a voz de Deus. Por muitas vezes não quis publicar novos posts, preferi ficar no cantinho do meu coração.

Evangelho do Domingo de Ramos tocou-me profundamente... Participar do evangelho juntamente com a assembléia e proferir palavras tão duras como pedindo a liberdade de Barrabás e clamando a crucificação de Jesus... Pedindo que o Sangue de Cristo caísse sobre nós e nossos filhos... Parecia que eu estava vivenciando aquilo tudo... Como doeu dizer cada palavra... Parecia que estávamos naquele momento em um coral de vozes na igreja condenando à Cristo... Pedindo a sua morte... E meu coração sofria imaginando a cena da paixão de Cristo... Não pude conter as lágrimas...

Clamo que nessa semana tão abençoada que eu possa sentir em meu coração e reviver os últimos passos de Nosso Senhor como homem. Que no interior do meu ser; em cada missa; em cada celebração; eu possa ser tocada profundamente para viver a Paixão de Jesus Cristo.

Clamo por você também!

Para que possamos sentir as dores de Cristo nessa Santa Semana; viver o real sentido da Páscoa; motificar nossas malezas e pecados; e ressuscitarmos com Ele no próximo Domingo. O Domingo da Vida Nova... que deve se espalhar por todo o ano... Pessoas renovadas pelo Sangue e Corpo de Cristo!


"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. 17. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele". (João 3, 16-17)


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Qual dos dois quereis que eu solte?
L1: Eles gritaram:
T: Barrabás.
L1: Pilatos perguntou:
L2: Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?
L1: Todos gritaram:
T: Seja crucificado!
L1: Pilatos falou:
L2: Mas, que mal ele fez?
L1: Eles, porém, gritaram com mais força:
T: Seja crucificado!


L1: Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:
L2: Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!
L1: O povo todo respondeu:
T: Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos.



Amém!

Fernanda Rocha.

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